A morte de Lucía é apenas o mais recente dos casos de feminicídio que têm crescido muito na Argentina e na América Latina como um todo. Após o caso, diversas lideranças femininas do país se mobilizaram para protestar sobre a violência contra a mulher. Organizações como Ni Una Menos e Mujeres de la Matria Latinoamericana convidaram as argentinas a paralizar suas atividades das 13h às 14h da tarde desta quarta-feira, e às 17h começaram os protestos que têm o nome de Miércoles Negro (Quarta-feira negra).
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Greve geral de mulheres e protestos contra o feminicídio na Argentina
A morte de Lucía é apenas o mais recente dos casos de feminicídio que têm crescido muito na Argentina e na América Latina como um todo. Após o caso, diversas lideranças femininas do país se mobilizaram para protestar sobre a violência contra a mulher. Organizações como Ni Una Menos e Mujeres de la Matria Latinoamericana convidaram as argentinas a paralizar suas atividades das 13h às 14h da tarde desta quarta-feira, e às 17h começaram os protestos que têm o nome de Miércoles Negro (Quarta-feira negra).
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